Geraldo Luís disse ser inédita matéria com a menor mulher do sertão

Geraldo Luís disse ser inédita matéria com a menor mulher do sertão

Segundo informa o jornalista Flávio Ricco, a equipe de produção do “Domingo Show” se enganou de uma forma um tanto inusitada em relação a uma matéria exibida no programa de Geraldo Luís.

Tudo porque, durante toda a atração do último final de semana que foi ao vivo, Geraldo fazia questão de dizer que dona Mariazinha, a principal reportagem do programa, apareceria pela primeira vez e falaria na televisão. No entanto, o SBT exibiu a mesma matéria há 10 anos atrás, no programa na época comandado por Gugu Liberato.

Para quem não sabe, a primeira aparição de dona Mariazinha foi há 10 anos atrás no SBT, dentro do programa “Domingo Legal”. No quadro de Geraldo Luís do último domingo foi mostrado que aos 62 anos, Mariazinha das Piabas de 90 centímetros de altura é a menor mulher do sertão e sonha em conhecer o mar, já que nunca saiu de casa. A missão foi dada ao Geraldo Luís que foi a Itabaianinha, em Sergipe, para tentar convencê-la.

Assista a reportagem da Record: 

Autora poderá escrever novela na faixa das 21h

Autora poderá escrever novela na faixa das 21h

Muitos se surpreenderam com uma decisão da Globo de colocar a autora de novelas Maria Adelaide Amaral com um folhetim na faixa das 21h. É isso mesmo, ela que já tem mais de 20 anos prestados à Globo e escreveu recentemente a novela “Sangue Bom” na faixa das 19h, terá a chance de estrear em horário nobre e pelo que tudo indica já no segundo semestre de 2015, logo após “Rio Babilônia”, próxima trama das nove de Ricardo Linhares prevista para estrear em março do próximo ano.

Segundo informa o jornalista Flávio Ricco, apesar da decisão, todo e qualquer sinopse escrita por Maria Adelaide terá que passar previamente pela aprovação do fórum de teledramaturgia da Globo, que tem o poder de veto sobre qualquer história que acreditar não ser atrativa. Caso o folhetim, seja aprovado, está será a primeira novela da autora na mais importante faixa horária da TV aberta. Recentemente Waclyr Carrasco, reconhecido por escrever grandes sucessos na faixa das 18h, estreou com “Amor à Vida” às 21h e se saiu muito bem.

De qualquer forma, vale dizer que em uma entrevista em 2010 a um jornal, a autora destacou que não tinha a mínima vontade de escrever uma novela das nove,  o que chamou de “porre”. Adelaide ainda disse que uma trama nesse horário requer 40 páginas por dia e que ela não tinha mais saúde para isso Agora resta aguardar o que mudou.

Paulinho Serra se apresenta com espetáculo e abre as portas do seu camarim para o TV Foco (Foto: Divulgação)

Paulinho Serra se apresenta com espetáculo e abre as portas do seu camarim com exclusividade para o TV Foco (Foto: Divulgação)

Pelos palcos Brasil a fora, apresentações de talentos consagrados arrastam multidões por onde passam. Na madrugada do último sábado (18), o comediante Paulinho Serra desembarcou em São Luís do Maranhão com o espetáculo “Paulinho Serra em Pedaços”. Além do tradicional stand up comedy, a atração de noventa minutos conta com personagens marcantes da carreira do ex-MTV, como o Traficante Gay e o “Ex-viado”.

Paulinho Serra chegou ao Teatro Arthur Azevedo, que fica no centro da capital, por volta das 20h15, e em seguida abriu as portas do seu camarim para o TV Foco. Durante a entrevista exclusiva, ele falou com muito carinho sobre o período na MTV. “Foram os melhores anos da minha vida profissional. Uma liberdade incrível, amigos que hoje em dia são os meus sócios”, disse. Paulinho revelou informações sobre os novos projetos, como a série Fred & Lucy que tem a sua pré-estreia nesta terça-feira (21), pelo canal Multishow, e os próximos trabalhos no cinema e teatro.

O humorista ficou muito triste com o fim do antigo grupo Deznecessários – responsável por lançar grandes nomes do humor – que chegou ao fim por falta de maturidade dos componentes. “Acreditava que o ‘Deznecessários’ seria o projeto da minha vida e continuaria para sempre, só que os interesses individuais de cada ator fizeram com que o projeto acabasse”, desabafou. Paulinho Serra falou ainda sobre o período no SBT, como jurado do extinto Famoso Quem? e ainda revelou o desejo de manter-se longe da televisão para privilegiar os palcos.

Minutos antes do horário marcado para iniciar o espetáculo (21h), a entrevista foi finalizada . Com o grande público nos seus respectivos lugares, Paulinho entra em ação e anima toda a plateia, que lotou o teatro. Entre aplausos e risadas, o momento de ápice foi quando o comediante incorporou o Traficante Gay, personagem que ele mesmo não suporta mais interpretar, mas continua por causa dos fãs que, praticamente, imploram durante as apresentações. Ele ainda incorporou o “Ex-Viado”, também muito popular, e teve a tradicional dança com batida de funk e roupas a caráter – entendam por minissaia e camisa amarrada acima do umbigo. Desceu até o chão, para euforia de todos que acompanhavam o show. Puro charme!

Ao final, Paulinho, muito carismático, reservou tempo para atender conversar e tirar foto com os fãs. Cortinas fechadas, e alguns espectadores conversaram com o TV Foco. Após observar todos os depoimentos,  dava para notar a satisfação nos olhares e o quanto valeu a pena pagar pelas entradas, como os próprios afirmaram. Um sucesso! O comediante, além dos dos shows realizados sábado e domingo, tem compromisso marcado para esta terça-feira (21), às 20h, na Praça de Alimentação do São Luís Shopping com o seu tradicional show “em pedaços”. Paulinho Serra possui atualmente o canal Amada Foca (clique aqui) , no YouTube, com vídeos semanais todas as segundas e quintas, 11h30. Vale a pena inscrever-se!

Confira a entrevista na íntegra:

Marcos Martins: Como é retornar a São Luís depois de tanto tempo, desde o período em dupla com a Tatá Werneck?

Paulinho Serra: Eu já tinha vindo com o espetáculo Aluga-se um Namorado, com o Deznecessários – eu, a Miá Mello, Eduardo Sterblitch, Marcelo Marrom e Rodrigo Capella. Depois com o Dezimprovisa com Capella, Tatá e Felipe Ruggeri. Já fizemos show em arena chovendo, e lotou. Experiências incríveis. Acho que hoje será mais uma vez assim porque já tem um público legal.

M.M.: E a rotina de se apresentar sozinho nos palcos?

P.S.: É uma junção. Como é em “pedaços”, essa brincadeira com o trocadilho de falar “Serra”, serrando em pedaços, confesso que fiquei muito em pedaços. Acreditava que o Deznecessários seria o projeto da minha vida e continuaria para sempre, só que os interesses individuais de cada ator fizeram com que o projeto acabasse. O antigo empresário também tinha outra cabeça e eu fiquei despedaçado, muito triste. Fiz o Dezimprovisa por força das circunstâncias, mas queria estar até hoje trabalhando com todo mundo. Ou melhor, desejava, mas hoje estou bem feliz de estar sozinho porque sobra mais dinheiro para mim… [risos]

M.M.: Como você tem visto esse “desvinculo” de certos grupos?

P.S.: É natural. Deve ter uma noção assim: por exemplo, o Pânico é um grupo. Fizeram um grupo, foram para o rádio e do rádio para a televisão. Ou seja, eles foram contratados. No Comédia MTV, éramos contratados, não um grupo propriamente dito (eu, Tatá e Capella). Grupo mesmo são Os Melhores do Mundo, Os Barbixas… Achei uma falta de maturidade dos atores [do Dezimprovisa], porque se voltássemos, para o público, seria incrível. Hoje em dia não é uma coisa que eu quero mais, apenas distância da “galera”. Não sou inimigo de ninguém.

M.M.: Existia aquela disputa de egos?

P.S.: Não tinha muito isso não. Foi mesmo uma questão de insegurança. “Ah, não, porque eu já estou aqui na televisão eu vou grudar porque ela vai me oferecer isso”… Mas não é. Quem oferece é o palco. O palco é que faz a sua carreira.

M.M.: No ano passado, você participou do programa “Famoso Quem?”, exibido pelo SBT, na função de jurado. Como foi essa experiência de se colocar do outro lado, julgar aquelas apresentações – na verdade “covers” de outros artistas?

P.S.: Eu estava lá mais para ver a entrega dos participantes. O que tem de artista legal, não é? Basta pegar e dar uma produção que ele cresce. Eu estava pensando nisso hoje. O pessoal vê The Voice, esses programas… É só dar uma produzida. Artista bom tem em todo lugar. Não foi nada difícil ou constrangedor. Graças a Deus tenho esse dom de reconhecer pessoas talentosas. É difícil me enganar. Eu olho e digo: “Hummm, essa pessoa tem alguma coisa”. Tanto que do próprio Deznecessários eu costumo brincar que tem o “antes de Cristo” e “depois de Cristo”. Tem o “antes do Paulinho” e “depois do Paulinho”. Veja a galera que era antes de trabalhar comigo e depois… Não me vangloriando, pelo contrário. O sucesso deles é o meu sucesso e fico feliz.

Paulinho Serra elogia candidata durante o programa:

M.M.: Você tem vontade de retornar para a TV aberta?

P.S.: Não faço planos nenhum. Na verdade, eu faço planos para não trabalhar em televisão. Meu plano todo é tentar viver da minha profissão e trabalhar sem precisar dela – não por nada, eu gosto. Televisão é muito interessante, acho um veículo legal, mas tem um compromisso muito grande. Índices de audiência, aquela vaidade louca… Não gosto de entrar em competição. Quando uma pessoa começa a competir comigo eu falo “Cara, eu não vou competir porque eu faço isso com tanto amor e carinho que eu não quero disputar com ninguém”.  Isso não é competição, é o meu trabalho…

M.M.: Fica meio confusa essa parte. O artista tem o seu trabalho limitado por outras questões…

P.S.: É, e você acaba defendendo interesses e posicionamentos que às vezes não combinam com a sua personalidade.

M.M.: Na época do “Deznecessários”, foi o período que começou a sua carreira em si?

P.S.: Não. Já tinha vindo de uma temporada de muito sucesso nos teatros, quase cinco anos em cartaz com o Aluga-se um Namorado, ao lado do Eri Johnson. Um cara brilhante, que já lotou teatros do Brasil inteiro. Já tinha feito Hilariantes, uma peça que eu tenho vontade de voltar a fazer, e foi antes desse “booom” todo da comédia. Na época, não éramos maduros o suficientes e o projeto não andou. Com o Deznecessários, eu formalizei o meu trabalho autoral. Se eu sou autor, consigo escrever o que falo, eu consigo dirigir. Acredito que eu tenha sido um bom diretor.

M.M.: Foi nessa época que você conheceu a Tatá Werneck?

P.S.: Não, conheci a Tatá em um infantil. Em uma das cenas ela era a bruxa e eu era as pernas da bruxa. Como ela é muito baixinha e a bruxa deveria ser grande, ela fazia os braços e eu era as pernas dela. A gente se conheceu assim. Ela com a “chavasca” na minha nuca. [risos]

M.M.: No meio artístico, você foi até ator em novela das nove. Foi difícil interpretar o argentino?

P.S.: É o mais fácil de tudo. Televisão é fácil porque você tem cinco câmeras. Com os erros, é possível retornar para onde estava. Não estou menosprezando, mas é um veículo mais fácil de se fazer pela agilidade. O produto sai mais perecível, mas desgasta mais rápido, porque o filme, pelo contrário, necessita de mais precisão, fazer muito bem. Vai ficar eternizado. Novela é “fábrica de pano”, tem que sair toda hora. Isso me incomoda um pouco.

M.M.: Em 2010, você assinou com a MTV para apresentar o “Quinta Categoria” ao lado dos seus companheiros de “Deznecessários”. Como foram esses anos?

P.S.: Foram os melhores anos da minha vida profissional. Uma liberdade incrível, amigos que hoje em dia são os meus sócios. No canal que eu tenho no YouTube (Amada Foca), somos eu, o Bento Ribeiro, Daniel Furlan, que foi o último a entrar na MTV, Bruno Sutter, Gabriel Di Giacomo e Marcelo Botta. Desse canal criamos a nossa primeira loja virtual e a partir de abri começam as gravações do nosso primeiro longa-metragem – em parceria com uma grande produtora internacional, que ainda não posso falar o nome. Estou muito feliz.

M.M.: Entre os programas da época de MTV, qual era o seu preferido?

O Comédia MTV porque a gente conseguia fazer cenas muito legais, com o ao vivo que era muito bacana. O Quinta Categoria eu também gostei, mas o Comédia era, sem dúvidas, o melhor.

M.M.: Em “Fred & Lucy” (Multishow), você retoma a parceria com Bento Ribeiro, não é?

P.S.: Bento é o meu sócio, no Amada Foca, então nos vemos o tempo todo. Retomamos a parceria na TV.

M.M.: Basicamente, do que trata a série?

P.S.: É uma loucura! Se eu posso adiantar, visualmente falando, é meio The Office e meio Arrested Development. Bem”nonsense”. Eu faço um detetive, ex-presidiário, presente no elenco fixo. Tem uma agência de detetives que só resolve casos furados. A princípio, são treze episódios com uma possível segunda temporada, se Deus quiser.

O Bento Ribeiro está arrebentando como chefe da agência. Tem ainda o Babu Santana, que fez o Tim Maia no cinema, a Natália Klein que é excelente. Super inteligente. Ela que escreveu tudo, junto com o Lucas Moreira, seu  marido. Estou muito feliz de fazer parte desse projeto. Já gravei tudo, então não preciso ficar voltando lá. [risos].

Confira uma amostra do canal Amada Foca:

M.M.: Retornando ao espetáculo, quais são os principais atrativos para chamar o público?

P.S.: Fico até meio sem graça quando perguntam “Ah, Paulinho, o que vai acontecer no espetáculo?”. Respondo “Não sei”, porque tenho uma base toda escrita, mas sou um cara que improvisa muito, estou muito vivo dentro do palco. Atento para todas as possibilidades. Tudo o que pode acontecer, não deixo passar. E quando a plateia inteligente e vem comigo, é melhor ainda, mas é legal que posso fazer alguns personagens. Não é só um show de stand up, é também um show de improviso, de personagens e quase um depoimento da minha carreira. Uma prova de amor à plateia. Amo demais.

Olhar para a plateia me envaidece, enriquece espiritualmente. Se eu consigo fazer alguém sorrir, ser gentil, abrir uma porta, ajudar alguém… Desde criança sou assim. Meus pais me ensinaram: “Se você viu uma senhora, que está carregando uma bolsa, pegue a bolsa dela que é a sua obrigação ajudar; isso colocará um sorriso nela”. Então cresci com a vontade de fazer todo mundo sorrir. É o que mais me motiva.

M.M.: Quando assisti há alguns dias a entrevista que você concedeu para o Danilo Gentili, no “The Noite”, não segurei as risadas. Você até comentou que estava cansado de interpretar o “Traficante Gay”…

P.S.: Super, cara. Não aguento mais… [palavrão] Vou conversar com a galera hoje para eu não fazer.

M.M.: Ninguém vai aceitar. [risos]

P.S.: Então eu proponho: “Galera, por favor, deixem eu não fazer”. Não é brincadeira não. A pessoa vai para o show do Los Hermanos e fica pedindo Ana Júlia. Eles não querem mais cantar, “pô”. Mas ao mesmo tempo, é uma grande brincadeira porque graças a esse personagem que eu consegui a amizade do Luciano Huck, Serginho Groisman…

M.M.: O Traficante Gay surgiu na época do Pânico?

P.S.: Não, é de bem antes do Pânico. Eu fui para o programa por causa desse personagem. Por isso falo que não dependo da televisão. As pessoas conhecem o personagem que foi do teatro. Isso é muito gratificante. Imagina…

M.M.: É uma carreira sólida.

P.S.: Sim, porque está lá. A pessoa pode acessar a qualquer momento, e não precisa esperar pelo “Vale a Pena Ver de Novo”, ou em lugar algum. Isso é muito legal.

M.M.: Dei uma pesquisada, e já estão em processo de finalização dois filmes com você no elenco: “Superpai” e Um Homem Só”. Dá para adiantar alguma coisa?

P.S.: Na verdade são três filmes. Um Homem Só foi apenas uma brincadeira, uma participação muito pequena. Conta a história de um homem que se copia (Vladimir Brichta), e ele fica apaixonado pela personagem da Mariana Ximenes – que tem um cemitério de cachorros.  O curioso disso tudo é que eu não tenho nenhuma fala e eu choro compulsivamente. Tenho muita facilidade para chorar. Em Superpai, faço um personagem que conversa com um menino que fica o tempo todo com uma máscara de cachorro. Mais um cachorro voltado para a minha história. E o outro filme é o Mundo Cão, [olha que loucura] no qual sou um caçador de cachorros, daqueles da carrocinha. Até tatuei aqui [mostrou a tatuagem na panturrilha direita], um cão.

Descobri que meu signo é o cachorro no horóscopo Maia. Por isso que só tem cachorro na minha vida. [risos] Fiz o filme Mato Sem Cachorro e estreio peça dia 11 de novembro, na Festa Internacional de Teatro de Angra, no qual o personagem que faço é um… cachorro. O cachorro da Cinderela no musical “rock’n roll” que é o Cinza, onde eu canto. O grande desafio da minha carreira agora.

Veja o trailer de Superpai:

M.M.: Pois bem, o que falta na carreira de Paulinho Serra?

P.S.: Falta dinheiro para comprar uma casa para os meus pais. A minha carreira é tão completa, tive tantos momentos legais. Fiz show com Chico Anysio, consigo viver da minha carreira… De verdade, eu só queria ter uma profissão. Sabe aquele garoto de 17 anos que fala “Cara, o que eu vou ser? Não tenho vocação para nada?”. Passou 17, 18, 19… “Meu Deus do céu, sou um vagabundo”. Fiz teatro sem acreditar que era uma profissão. Com uns 22 anos, pensei: “Quer saber, vou transformar isso em uma profissão”. E deu certo.

M.M.: Qual recado você deixa para os nossos leitores, e também para o seus fãs que acompanham o seu trabalho?

P.S.: Muito obrigado, sempre! O recado maior é que todos assistam e inscrevam-se no Amada Foca, meu canal do YouTube. É lá que eu me sinto melhor, faço as loucuras que gosto. Uma produção barata, uma câmera barata e o que der na cabeça.

Por Marcos Martins (@MarcosMartinsTV)

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Bruna Tang, Felipeh e Lorena estão na roça e um pode se livrar na "prova do fazendeiro"

Bruna Tang, Felipeh e Lorena estão na roça e um pode se livrar na “prova do fazendeiro”

Na noite desta segunda-feira (20) foi formada mais uma “roça” em “A Fazenda”, da Record, e dessa vez a equipe coelho se deu muito mal, Bruna Tang, Felipeh e Lorena estão na berlinda.  A peoa foi o voto do Fazendeiro da Semana, Robson Caetano, o jornalista foi a escolha dos peões, e a morena foi indicada pelo Poder da Chave.

Como ganhou a disputa da Prova na última quinta-feira (16), MC Brunninha pôde abrir a Arca. Dentro do baú tinham três envelopes. O primeiro dizia que a funkeira deveria imunizar dois excluídos do celeiro. As escolhidas foram Heloisa e Babi. Depois da abertura do primeiro envelope, o Fazendeiro da Semana, Robson Caetano, indicou Bruna Tang para a Roça.

A escolha dos peões começou pela própria Bruna, que votou em Débora.

A votação continuou da seguinte maneira:

Leo votou em Pepê e Neném
Brunninha votou em Felipeh
Lorena votou em Pepê e Neném
Heloisa votou em Felipeh
Felipeh votou em Pepê e Neném
Andréia Sorvetão votou em Felipeh
Pepê e Neném votaram em Felipeh
DH votou em Felipeh
Cris Mortágua votou em DH
Babi votou em Felipeh
Marlos votou em Felipeh
Débora votou em Felipeh

O terceiro peão indicado para a Roça foi escolhido por meio da dinâmica do resta um, ou seja, cada participante salvava um colega. Pepê e Neném foram as últimas que sobraram.

O segundo envelope foi aberto depois dos votos. Ele dizia para Brunninha trocar o peão indicado pelo resta um por outro. Assim, Pepê e Neném saíram da Roça e Lorena foi indicada.

O terceiro, de cor vermelho, dizia que toda a Equipe Avestruz deveria dormir fora da sede e cuidar de todos os animais sozinhos. Por decisão do público, a funkeira abriu o envelope e o grupo terá que cumprir a tarefa.

Site oficial

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22h53

:globo: 18.7 :record: 10.5 :sbt: 7.7

23h00

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(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Em conversa com Débora Lyra e Heloissa Faissol nesta segunda-feira (20), Babi Rossi revelou que acredita que o seu namoro com o DJ Olin Batista, chegou ao fim por influência do pai do rapaz, o empresário Eike Batista.

“Ele foi viajar um dia com o pai e, no outro fim de semana, terminou comigo. Depois de dois, três dias, não soube nem disfarçar. Não tinha por quê”, afirmou ela, revelando também que antes da viagem, o DJ tinha dito que a amava.

Babi diz acreditar que Olin não quis dar continuidade ao romance, pelo fato da ex-panicat ser famosa. “Acho que ele parou de ficar comigo porque sou uma pessoa pública”, disse ela.

A ex-Panicat encerrou o assunto dizendo que logo após o término do namoro, o DJ simplesmente “sumiu” da mídia.  “Vê se você escuta o nome dele agora? Deu uma bela sumida”.

(Foto: Divulgação)

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A Globo apostou alto quando trouxe a reprise de “Cobras & Lagartos” para o “Vale a Pena Ver de Novo”. A trama de João Emanuel Carneiro, estreou com a expectativa de manter a boa audiência da faixa, que conseguiu bons índices com “O Cravo e A Rosa” e “Caras & Bocas”.

A reprise do folhetim nesta faixa, era um desejo antigo da Globo, no entanto, a exibição da trama protagonizada por Mariana Ximenes sempre esbarrava na classificação indicativa, imposta pelo Ministério da Justiça. No entanto, após muito esforço, a emissora conseguiu liberar a trama para o horário, mas acabou sendo muito trabalho para poucos resultados. Isso porque, a novela registra baixos índices e decepciona na audiência, chegando a ser incomodada pelas novelas mexicanas do SBT. O canal ainda tenta entender a baixa audiência que o folhetim vem registrando.

Após o fracasso de “Cobras & Lagartos”, a aposta da emissora para recuperar audiência da faixa será a reprise de “Rei do Gado”, um clássico dos anos 90, que foi anunciado recentemente como nova reprise do “Vale a Pena Ver de Novo”.

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21h42

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Débora Duarte não permanecerá na Globo. A atriz, que até então tinha contrato de exclusividade com a emissora, entrará na política de vínculos por obra, e após o fim do seu contrato em novembro, ela não fará mais parte do casting fixo do canal.

A última novela de Débora na Globo foi em 2012, em “Lado a lado”, quando deu vida à personagem Eulália. A atriz estava na emissora carioca desde 1972, com exceção de “Canavial de Paixões”, no SBT em 2003, Débora fez toda sua carreira no canal.

Vale lembrar que apesar de não ter mais contrato fixo com a Globo, a atriz poderá participar de programas e novelas do canal, desde que assine um novo contrato apenas para uma obra ou atração específica. Rumores apontam que a atriz pode ir parar na Record, onde sua filha, Paloma Duarte, já está há oito anos.

(Foto: Divulgação)

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Tarcísio Meira voltará ao horário nobre da Globo. O autor acertou com o diretor de “Rio Babilônia”, Dênnis Carvalho, e fará uma participação especial na trama de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenez Braga no ano que vem.

A última novela de Tarcísio na Globo, foi “Saramandaia” em 2013. Em 2012, o ator ainda participou de “Gabriela”, onde deu vida ao personagem Felismino.

Completam o elenco de “Rio Babilônia”: Adriana Esteves, André Bankoff, Arlete Salles, Bruno Gagliasso, Bruno Gissoni, Camila Pitanga, Carla Salle, Cássio Gabus Mendes, Chay Suede, Daisy Lúcidi, Déborah Evelyn, Fernanda Montenegro, Gabriel Braga Nunes, Gabriel Falcão, Glória Pires, Hanna Romanazzi, Herson Capri, Igor Angelkorte, Isabela Garcia, Jacqueline Laurence, Juliana Alves, Kizi Vaz, Louise Cardoso, Lu Grimaldi, Luísa Arraes, Luísa Thiré, Marcelo Laham, Maíra Charken, Marcello Melo Jr, Marcos Palmeira, Marcos Pasquim, Marcos Veras, Maria Clara Gueiros, Monique Alfradique, Nathália Timberg, Nívea Maria, Rita Guedes, Rogéria, Rômulo Estrela, Sheron Menezzes, Sophie Charlotte, Tarcísio Meira, Thiago Martins, Tuca Andrada e Val Perré.

(Foto: Divulgação)

Recentemente, Lima Duarte deu uma entrevista polêmica, e reclamou por falta de trabalho na Globo, chegando até afirmar que os autores “têm medo dele”. “Para dizer a verdade, nem sei qual é minha posição dentro da Globo. Acho que eles não sabem que faço parte do elenco. Eles são ótimos do ponto de vista profissional. Me pagam bem, até mais do que mereço, gostam muito de mim… Mas outro dia fiquei deprimido ao saber que chamaram vários atores para conversar, Juca de Oliveira, Fagundes, mas não chamaram a mim. Mas no hate feelings [sem sentimento de ódio, em tradução livre]“, afirmou.

Aproveitando este descontamento de Lima Duarte, Marcílio Moraes, autor da Record, responsável pela minissérie “Plano Alto”, que chegou ao fim recentemente, convidou o ator abertamente para fazer parte de uma de suas próximas novelas na emissora da Barra Funda. “Lima, se eu fizer mesmo uma novela no final do ano que vem, tenho um papel perfeito, ideal, para você. Só tem que vir para a Record”, escreveu ele em sua página oficial no Facebook.

Lima Duarte está longe das novelas desde 2010, quando atuou em “Araguaia”. O ator chegou até a receber alguns convites nesse período, mas acabou não fechando.

Foto:Reprodução

Viviane Araújo. (Foto: Divulgação)

Hoje, segunda-feira (20), Viviane Araújo falou sobre o vídeo polêmico no qual foi confundida com uma mulher. Nas imagens, uma ‘‘sósia’’ da atriz fazia sexo no meio da rua.

Durante um evento em um hotel do Rio de Janeiro, a atriz, que está trabalhando na novela ‘‘Império’’, revelou que já descobriu quem é a responsável pela divulgação do boato.

‘‘O inquérito deve terminar em uns dez dias e aí a minha advogada vai entrar com um processo civil e criminal. O que é mais estranho é eu ter que provar algo que eu não fiz. Quando o inquérito terminar quero fazer uma coletiva para esclarecer quem fez, como fez e o que aconteceu realmente. Já sei quem é a assessora, mas, nesse momento, por causa do inquérito, não posso falar o que eu realmente quero. Só posso dizer que, quando tudo for esclarecido, vai ser um choque para todo mundo’’, disse Viviane Araújo ao ‘‘EGO’’.

Padre Marcelo Rossi canta no programa. (Foto: Zé Paulo Cardeal/Globo)

No último sábado (18), no ‘‘Altas Horas’’, o padre Marcelo Rossi, além de falar sobre a suposta investigação do Vaticano, revelou detalhes de como venceu a depressão. O padre disse que ficou sabendo da averiguação pela imprensa, mas não vê problemas, caso seja mesmo verdade.

‘‘Eu li, mas não há problema nenhum. É interessante que as pessoas saibam que o que ocorre é para ver o padre no início o que ele quer, se ele quer aparecer, qual o objetivo dele. Graças a Deus o próprio Papa Bento XVI deu o prêmio Van Thuân de evangelizador moderno. Então acredito que se houve a investigação, houve também o reconhecimento’’, disse.

A investigação, que teria durado dez anos, seria sobre sua maneira de conduzir as missas e pela exposição na televisão.

Ele, que está bastante magro, comentou alguns detalhes da depressão que sofreu no ano passado.

‘‘Eu sempre achei que depressão era frescura. Deus fez que eu passasse na própria pele. É um mal que começa com a ansiedade e não escolhe idade ou classe social’’, disse o padre.

Ele disse que a doença começou após ter machucado a perna e ser impedido de realizar atividades físicas, ganhando peso. Para conseguir se livrar da depressão, o padre Marcelo Rossi disse que se apegou bastante a Deus e compôs música.

‘‘Eu compus um disco em seis meses. São músicas que vão poder ajudar as pessoas, porque me ajudaram. Eu não tomei um antidepressivo’’, afirma.

Fernanda Torres, na esquerda, e Andréa Beltrão, na direita, são as protagonistas da série. (Foto: Divulgação)

Uma das melhores séries da Globo já tem data para acabar! Andréa Beltrão, que está feliz por estrear a peça ‘‘Nômades’’, no Rio de Janeiro, já está se conformando com o fim de ‘‘Tapas & Beijos’’. Ao ‘‘UOL’’, a atriz confirmou que a série acaba no meio do ano de 2015.

‘‘Ficamos sabendo há pouco tempo e já dá aquela saudade gostosa, mas acho que o final vem em boa hora. O programa tem uma boa audiência e ainda desperta certo interesse entre nós que interpretamos. Mas, nós os atores somos pessoas ativas, temos outros projetos, precisamos buscar outros desafios. Chegou o momento e é isso’’, contou a atriz ao final da estreia da peça.

Ela ainda não descartou a possibilidade de emendar um trabalho na televisão após o final de ‘‘Tapas & Beijos’’.

‘‘Na verdade eu nunca planejo nada. Se tiver um projeto bacana, um personagem interessante, eu vou e pego. Adoro fazer televisão! É uma vida dura, mas a gente adora fazer’’, entregou a atriz.

Deborah Secco. (Foto: Marcelo Bramer / AgNews)

Hoje, segunda-feira (20), Deborah Secco cedeu uma entrevista mais do que franca ao ‘‘Vídeo Show’’. A atriz revelou ter vivido muitas tristezas e disse estar em busca de um grande amor: ‘‘Hoje, estar com 34 anos e ainda não ter a minha família me dói muito. Mas, ao mesmo tempo, tenho uma força muito serena de aceitar que, de mentira, não vale’’.

Para descontrair, Deborah contou que malha pesado, pois gosta de comer bastante, principalmente brigadeiro, uma de suas paixões mais famosas.

‘‘No dia a dia, eu sou boa de prato. Eu gosto muito de ser magra e gosto muito de comer! Então, as duas coisas se atritam’’, comentou.

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