Crise atingiu em cheio empresas de vários setores comerciais, revelou um especialista representante do Serasa
Minas Gerais é o terceiro estado com o maior PIB brasileiro. No entanto, desde o ano passado, a Justiça tem notado uma crescente no número de empresas locais entrando em crise.
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De 2022 para agora, de acordo com um representante do Serasa, subiu de 34 para 47 o número de firmas pedindo por recuperação judicial. Muitas delas não aguentarão o processo e poderão declarar falência em breve.
Ainda de acordo com o especialista, isso vem acontecendo devido ao acúmulo de contas de anos atrás. Na pandemia, a situação piorou ainda mais. “As empresas acumularam uma quantidade enorme de dívidas, junto aos bancos e aos fornecedores, que não foram pagas”, pontuou.
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Porém, essa crise também atingiu empresas de outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro. “Quando essas dívidas se acumulam, chega uma hora que ficam à beira da insolvência. Assim, começam a aparecer os pedidos de recuperação e de falências”, explicou o representante.
Nubank emite comunicado aos clientes
O banco lançou uma nota geral aos clientes, após uma série de reclamações nas redes sociais. Para quem não viu, na parte da tarde, alguns dos clientes teriam recebido mensagens com um número de telefone, supostamente do banco, pedindo para que entrassem em contato.
No entanto, não se tratava da instituição. Na verdade, era mais uma tentativa dos criminosos virtuais de tentarem roubar dados dos correntistas e donos de cartões de crédito. Esse tipo de mensagem também tem sido enviado com nome de outras várias instituições nacionais.
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Depois da repercussão, a marca fez um alerta e pediu cuidado aos cadastrados no aplicativo. “Atenção para não cair em golpes. Se você receber uma mensagem dizendo ser do Nubank e pedindo para ligar de volta, não ligue. É golpe”, disse.
Qual o banco mais rico do Brasil?
Segundo um ranking da Brand DX, o Itaú lidera como o banco mais rica do país, estimado no mercado por R$ 41 bilhões. Em seguida, o Bradesco aparece com R$ 31,7 bilhões. No terceiro lugar, fica o Banco do Brasil com R$ 25 bilhões. Essa pesquisa foi feita em 2022.