Autarquia federal levantou dados e apontou que as retiradas, mais uma vez, superaram os depósitos na caderneta
O Banco Central chamou atenção às novas informações sobre a poupança. Após a virada para 2025, a instituição destacou um levantamento que atinge, inclusive, o mercado imobiliário.
Em janeiro, as retiradas superaram os depósitos em quase R$ 26,3 bilhões. O relatório mais recente apontou que os donos das contas aplicaram R$ 326,8 bilhões e sacaram R$ 353,1 bilhões. No ano passado, o resultado também foi negativo.
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No entanto, isso traz uma série de sequências, principalmente para quem está em busca de financiar imóveis. Desde 2020, quando o país enfrentou a crise inesperada causada pela pandemia do coronavírus, o número de saídas tem sido maior do que as entradas.
Além disso, apesar de continuar sendo o meio mais acessível de investimentos, os cidadãos também têm optado por outras aplicações mais vantajosas. Em contrapartida, os bancos acabam ficando com menos recursos para emprestar nos financiamentos.
Entre as principais instituições, aparecem o Itaú, o Santander, entre vários outros que figuram no ranking do Banco Central. A maior parte deles oferece diferentes tipos de planejamentos.
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O que muda?
Para quem não sabe, os bancos fazem planos para garantir os financiamentos, mas nenhum deles se sustenta com a ausência de saldo, já que a principal fonte continua sendo a poupança. Por causa das retiradas, o processo vem ficando mais difícil.
Como consequência, a partir do dia 1º de novembro, valerão novas regras para as concessões de até R$ 1,5 milhão. Agora, na modalidade SAC, em que as parcelas são maiores no início e menores no final, o financiamento máximo vai diminuir de 80% para 70% do valor do imóvel. Já no sistema Price, com parcelas constantes, cai de 70 para 50% do valor.
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Conclusão
- Em resumo, os saques superaram os depósitos nas poupanças em janeiro;
- O levantamento teve divulgação pelo Banco Central, que fiscaliza as atividades no país;
- No entanto, isso atinge diretamente o mercado imobiliário nacional este ano;
- Com a saída do dinheiro, os bancos terão dificuldades em conceder novos financiamentos;
- Em novembro, Itaú, Santander, entre outras instituições, vão aderir novas regras.
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