Diretor do reality show “A Fazenda”, na Record, Rodrigo Carelli relembrou os tempos que trabalhou no SBT, no comando da “Casa dos Artistas”, no início dos anos 2000. Ele foi o diretor do primeiro programa do gênero no país, que veio antes do “Big Brother”, na Globo.
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Em entrevista ao iG, ele comentou como foi dirigir Silvio Santos e as mudanças dos participantes ao longo de todos esses anos. Ele alcançou índices históricos com a atração do SBT, batendo o “Fantástico” nas noites de domingo, ao longo da primeira temporada da “Casa”.
“A final da primeira temporada foi a maior audiência fora da Globo na história da televisão. As três edições que dirigi deram muita audiência, ficamos todos os domingos com a ‘Casa dos Artistas 1, 2 e 3’”, diz o diretor, dizendo como foi comandar Silvio na atração.
“O Silvio foi o mais incrível de dirigir. Na primeira temporada ele foi bem dirigido porque estava espantado com o resultado e focou em seguir o roteiro. Nas duas outras edições entrou o dono e ficou mais dificil (risos)”, recorda Carelli, apontando os erros do programa.
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“Acho que houve um erro em ter tantos participantes na ‘Casa 2’ e em fazer as três edições na seqüência”, avalia o diretor, que analisa o que mudou ao longo desses 15 anos: “Naquela época o público era ingênuo para reality, com o passar do tempo começou a entender as reações e raciocinar em quem votar”.
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“Hoje [o público] está expert, sabe todas as nuances. Os participantes perderam também a ingenuidade, na primeira ‘Casa dos Artistas’ eles foram sem saber direito o que iam fazer. Teve um momento no meio da temporada que o Mateus Carrieri achava que era uma grande pegadinha do Silvio Santos”, conta.
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Na entrevista, Carelli elogia ainda Roberto Justus na apresentação da “Fazenda”, no lugar de Britto Jr.: “A gente há de convir que a vinda dele gerou curiosidade e ter um apresentador charmoso, atraente, bacana e carismático colabora muito para o sucesso”.