Tente não se impactar ao saber detalhes sobre o fim da grande marca, que foi do auge à falência devastadora
Não é novidade pra ninguém que nos últimos anos fomos pegos de surpresas com grandes empresas fechando as suas portas com falência.
Contudo, nada choca tanto quando o fim de marca queridinha dos shoppings após 55 anos, com direito a uma falência devastadora.
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Para melhor entender, estamos falando da rede G. Aronson. As informações são da Wikipédia.
O que aconteceu com a empresa G. Aronson?
Bom, de acordo com o que foi confirmado, em 1944, Girz Aronson fundou a empresa G. Aronson. A loja, vale dizer, chegou a vender 170 casacos em um mês e logo o empresário expandiu os negócios. A primeira loja do “inimigo número 1 dos preços altos” é de 1962, quando passou a vender eletrodomésticos.
Sobre a história da grande marca, a G. Aronson se expandiu bastante nos anos 70, após comprar um estoque de fogões Paterno de uma loja falido.
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Contudo, foi no ano de 1991, que Aronson tomou a decisão de recorrer à concordata preventiva, quando seus débitos somavam vinte milhões de dólares. Entretanto, seis meses antes de vencer o período de dois anos, ele pagou o que devia e levantou a concordata.
G. Aronson – Foto Reprodução Internet
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G. Aronson – Foto Reprodução Internet
Vale salientar que a G. Aronson chegou a ter 34 lojas (inclusive algumas em shopping centers de São Paulo) e mil funcionários e chegou a faturar 250 milhões de reais por ano.
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Já em 23 de janeiro de 1998, a empresa pediu concordata na 31ª Vara Cível paulistana. Foi segunda concordata da empresa desde 1991.
Assim, conforme divulgado, Aronson requereu concordata uma preventiva quando se comprometeu a pagar suas dívidas em duas prestações anuais, sendo a primeira em janeiro de 1999. A primeira parcela não foi paga então a juíza deu à G. Aronson prazo de 48 horas para depositar o dinheiro (cerca de R$ 24 milhões), o que também não ocorreu.
Foi então que a empresa foi ao fundo do poço e em maio de 1999 sobraram apenas 6 lojas. Foi então que o pior aconteceu e no dia 1 de junho de 1999, a juíza da 31a. Vara Cível de São Paulo, Lilian Lúcia Pellegrini Venosa, decretou a falência da G. Aronson.
O empresário, por sua vez, atribuiu as dificuldades da empresa aos “juros escorchantes” do setor financeiro. E foi então que a grande rede chegou ao fim.