Durante o Bem Amigos, ao vivo, o narrador da Globo, Galvão Bueno, brincou com um comentarista que havia discutido com Mano Menezes e disse “briga comigo”
Os fãs do narrador esportivo Galvão Bueno talvez não saibam mas, além de aparecer nas telinhas da Globo para narrar jogos da seleção brasileira e outras partidas eventuais, como a final da Taça Libertadores da América, também comanda um programa de entrevistas no canal pago Sportv, que pertence ao mesmo grupo de mídia.
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O programa comandado por Galvão Bueno no SporTV se chama “Bem, Amigos” e, em um episódio que foi ao ar recentemente, o narrador da Globo surpreendeu ao repercutir um atrito entre um comentarista da emissora e o técnico de futebol, Mano Menezes e, em tom de brincadeira, chamou aquele para a briga.
Na ocasião, Galvão Bueno brincou com o atrito entre o comentarista esportivo Marco Antônio Rodrigues, conhecido nas redes como o Bodão, e o treinador do Palmeiras, Mano Menezes – os dois divergiram sobre a atuação do Flamengo, que lidera o campeonato brasileiro.
Galvão decidiu repercutir o momento e, ao se dirigir ao comentarista Marco Antônio Rodrigues, ele falou: “Marco Antônio Bodão não vai brigar com ninguém hoje, né?”, disse o narrador. Em seguida, ele brincou chamando o comentarista para a discussão: “Briga comigo”, disparou.
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No tocante ao treinador do Palmeiras Mano Menezes, Galvão Bueno revelou que a ideia de convidá-lo para participar do programa do grupo Globo foi dele, e relatou ter admiração pelo técnico.
“Eu pedi que convidassem o Mano. Infelizmente, não pude vir ao programa. Sabe o que eu achei? Que vocês estavam mais ou menos dizendo a mesma coisa sob ângulos diferentes. Ele defendeu o lado dele e você defendeu o seu. O Cléber [Machado] falou: ‘espera aí, gente, vocês estão viajando em dois níveis diferentes’. É que você [Bodão] é tinhoso e pegou outro cara tinhoso pela frente”, iniciou Galvão Bueno, tentou explicar o ocorrido.
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“Eu tenho uma admiração muito grande pelo Mano, pelo trabalho dele. E está mais uma vez provado o trabalho dele. O Mano sofreu uma das maiores safadezas já feitas com um técnico da seleção. Ele ganhou de Argentina e já estava demitido. O então presidente e o vice da CBF [Confederação Brasileira de Futebol], hoje, um não pode sair do Brasil [Marco Polo Del Nero] e o outro está preso nos Estados Unidos [José Maria Marin]. Foi uma safadeza mesmo que fizeram”, completou Galvão Bueno, em tom de desabafo.
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