Por causa do Bolsonaro, repórteres da Globo são perseguidos, brutalmente atacados e são vistos fugindo
27/05/2019 às 12h26
Ser repórter da TV Globo e ir cobrir manifestação se tornou sinônimo de encrenca. Isso porque desde 2013 a emissora tem sido alvos de hostilidade por partes dos manifestantes, tanto de esquerda quanto de direita, e a coisa ficou ainda mais seria após eleição de Jair Bolsonaro.
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Se nas redes sociais os apoiadores de Bolsonaro atacam a Globo apenas nos comentários de suas páginas e sites, pessoalmente o bolsonaristas atacaram dois profissionais da emissora que cobriam uma série de manifestações pró-governo que aconteceram no último domingo, 26.
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De acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo, um repórter e um cinegrafista da Globo que faziam a cobertura do ato na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, foram perseguidos e hostilizados com palavrões pelos apoiadores de Jair Bolsonaro, que costuma, ele mesmo, atacar a imprensa.
Ainda segundo o noticioso, os profissionais da Globo precisaram fugir em um carro sem a identificação da marca da Globo, para evitar mais represálias.
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Aconteceram no Brasil neste domingo (26) manifestações em todos os estados e no DF a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro, da Reforma da Previdência e do Pacote Anti-crime do ministro Sérgio Moro. E mais uma vez o presidente tratou de acentuar a rivalidade existente entre a Globo e a Record, que são as duas maiores emissoras de TV do país.
Isso porque, após um dia de manifestações como hoje, a palavra mais esperada é certamente a do personagem central, a do presidente Bolsonaro, que é o pivô dos protestos. Novamente, o presidente ignorou a Globo, maior canal do Brasil, e concedeu uma entrevista exclusiva à Record, o que pode ser considerado um “presente valioso” para o canal paulista.
Acontece que, novamente, a emissora de Edir Macedo não conseguiu agradar todo mundo, e muitos telespectadores consideraram que as perguntas feitas pelo repórter Thiago Nolasco foram “chapa branca”, tendenciosas, e sem confrontar Bolsonaro, que viu sua popularidade cair drasticamente desde o final das eleições.